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Os tipos de desempregos e suas razões no Brasil



            Com a atual crise econômica que o Brasil tem enfrentado, surgem alguns problemas sociais, entre eles, o desemprego. Esse problema vem aumentando gradativamente nos últimos anos, entre os motivos, cita-se a crise financeira que as empresas estão passando e com isso precisam cortar gastos. Além disso, o fenômeno da inserção da máquina na linha de produção no processo de globalização, contribuindo ainda mais para ampliar o desemprego.
Considerado uma das causas do problema do Brasil, o desemprego conjuntural, ou desemprego cíclico, consiste na perda involuntária do emprego e a tentativa de buscar um novo emprego, por conta de alguma fase depressiva no ciclo econômico. Em épocas de recessão econômica, as empresas deixam de empregar novos funcionários e/ou demitem outros. Nesse tipo de desemprego a demissão é ocasionada, na maioria das vezes em épocas de crises passageiras. Portanto as demissões são temporárias, pois logo depois que passada a crise, as vagas geralmente são reofertadas.
O aumento do desemprego estrutural começou a partir da década de 1970 por conta da globalização da economia, a globalização causando aumento da competividade entre empresas em tamanho global, principalmente através do comércio externo, fazendo com que as empresas buscassem formas de reduzir os custos para assim, gerar mais lucros. O desemprego estrutural, é aquele causado pela implantação da tecnologia automatizada no meio de trabalho, substituindo assim pessoas por máquinas. Os motivos desse tipo de desemprego podem ser desde a implantação de robôs no processo de produção, instalação de caixas eletrônicos, informatização em empresas, uso da internet para serviços bancários, compras e outros serviços e, a adoção de processos administrativos nas empresas visando diminuir mão-de-obra.
Uma possível solução para o problema do desemprego poderia ser é a criação de uma economia solidária que pode ser compreendida como uma variedade de práticas econômicas e sociais organizadas sobre a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, redes de cooperação, dentre outras. Neste sentido, o desemprego pode ser amenizado e com isso contribuindo para que muitas famílias possam ter uma renda mensal, possibilitando com isso sua própria sobrevivência.
De La Fuente, Gabriel

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